Cuiabá, 22 de Janeiro de 2018

Wilson Carlos

Terça-feira, 09 de Janeiro de 2018, 11h:56 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Quem escolher para presidente

Wilson Carlos

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O Brasil será passado a limpo com a eleição deste ano, o povo promoverá uma revolução sem armas, será a ditadura da vontade do povo manifestada através do voto, fazendo valer a vontade da maioria da população, e o resultado elegerá aquele que o povo escolher para transformar o país para de todos os brasileiros e não só para a classe política. 

 

Infelizmente, diante de tantas corrupções e tantos desmandos, o resultado poderá até eleger um ditador, e este, depois que assumir o poder, poderá até acabar com a possibilidade de novas eleições. 

 

O país passa por inúmeras investigações promovidas pelo MPF e PF, mostrando para o povo a real situação do mundo político.

 

Hoje temos um Presidente que se mantém no poder, através de pagamentos de Emendas Parlamentar seletivas, usando dinheiro público para comprar indiretamente deputados e senadores, são verdadeiras as ações do “beija mão” ou “molha mão” são caracterizadas com o "entra e sai" no Palácio do Jaburu, e que ao fim, anula o poder do legislativo, pois congresso está sendo comprado e os políticos se vendem para manter o Governo Central no poder, as custas do dinheiro público, onde o legislativo deixa de exercer o poder de investigar e ainda corta a possibilidade do MPF de apresentar as provas ao STF.

 

 

Após a redemocratização do país, o povo elegeu e viu a “esquerda” promover todo tipo de roubalheiras que se tem notícia neste país varonil, mas com o impeachment, o Congresso destituiu o PT do poder, que saiu pelas portas do fundo e colocou no poder um Vice que não teve nenhum voto diretamente, que não tem compromisso com o povo, e por isso, tem a maior rejeição que se tem notícia na história do país.

 

Foi colocado no poder central, alguém que representa “centro”, mas a corrupção continuou, e agora descaradamente, com “acertos” dentro do Palácio do Jaburu, “gravado” e comprovado, e diante dessa vergonha administrativa, a eleição deste ano, pode trazer surpresas, pois sobrou a “direita militarizada”, que pode voltar ao poder através do voto, principalmente pelo panorama atual de crise e corrupção, o povo votará com raiva, com nojo e com a possibilidade de corrigir os desmandos do país, e com o seu voto, fará mais uma tentativa legal de poder acertar ou errar.

 

 

Diante do desgoverno e infindáveis corrupções, o leitor  poderá eleger a “direita militarizada”, e que  ficará no poder por 04 anos, mas vamos torcer para que não se mude o regime no país, substituindo a democracia por uma ditadura, pois esse regime usa da violência para permanecer no poder e não garante o fim da corrupção, mas poderá acaba com a liberdade de expressão.

 

A repressão é o instrumento violento que as ditaduras sempre usam contra aqueles que pensam diferentemente das suas ações, implantando o regime de exceção, onde não se aceita o contrário, e propaga prosperidades ilusórias, em troca de não se poder expressar, a “custas” da quebra de liberdade. 

 

 

A censura é uma prisão sem grade, pois ao tirar o poder do povo de se expressar, que é a pior das prisões, proibir e reprimir o povo no seu mais verdadeiro sentimento de manifestar a verdade, enfim, a repressão é o mesmo que privar-nos dos nossos movimentos, paralisa as ações livres do povo.

 

A liberdade de expressão é a forma que podemos usar para demonstrar nossas particularidades de satisfação e insatisfação, tendo a liberdade de expor as diferenças contra e a favor de um regime ditatorial, e nesse regime de exceção, se promove julgamentos e condenam arbitrariamente, sem o direito do contraditório, e em algum caso, além de tirar a voz, tira a vida. Nas ditaduras todos que são contra, são culpados, principalmente aqueles que têm a capacidade criadora na ciência, na literatura e nas artes, e que fazem parte da onda criativa, e são transformados em inimigos do poder, e são considerados pelos sensores como perigosos e culpados. 

 

Mas, culpados de que? No mundo invisível das ditaduras, todos aqueles que são criativos e comunicativos, e que não fazem parte dos chamados “normalóides” são perigosos e subversivos, e por isso devem ser reprimidos e presos, mas pelo contrário, se os “anormalóides” não se expressarem e extravasarem o seu poder criativo e talentoso, o mundo não evolui, pois nunca superará o convencional. 

 

WILSON CARLOS FUÁH é especialista em recursos humanos e relações sociais e políticas

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