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Quarta-feira, 22 de Novembro de 2017, 09h:15 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Após ser dopada na saída de escola, menina é levada para matagal e estuprada

Da Redação

(Foto: Reprodução/Ilustração)

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Depois de ser dopada quando saia da escola, nesta última terça-feira (21), uma menor de 17 anos, identificada como A.A.S.S., foi e estuprada em um matagal atrás do batalhão do Exército, em Cáceres (220 km a Oeste de Cuiabá), A denúncia foi feita pela mãe da garota, que recebeu uma ligação da filha e a encontrou nua, no matagal.

 

Informações policiais dão conta que a adolescente estava voltando da escola, quando sentiu alguém chegar por trás e colocar algo em seu rosto. Após isso, a garota desmaiou e acordou nua no mato, sentindo fortes dores na barriga. Ela então ligou para a mãe, que foi até o local pegar a filha.

 

As duas foram até a delegacia da cidade, onde o caso foi registrado como estupro. O caso será investigado pela Polícia Civil.

 

Em Rondonópolis

 

Foram encontradas também nesta terça, duas meninas menores de idade, que estavam desaparecidas desde o 12 de novembro. As menores foram localizadas em uma ação conjunta entre a Polícia Civil e o Conselho Tutelar de Rondonópolis (212 km ao Sul).

 

As adolescentes identificadas como K.G.S.L de 13 anos e F.S.B., de 14 anos, foram encontradas em uma residência no bairro Residencial Margaridas. Os policiais chegaram até elas através de um monitoramento na região do desaparecimento.

 

De acordo com informações da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoas (DHPP), unidade vinculada a 2ª Delegacia de Polícia da Vila Operária, uma das  meninas se sentiu incomodada com a presença da polícia na região e decidiu deixar o local que estava abrigada. A garota retornou para a casa da mãe, que avisou os policiais.

 

A mãe e tia de uma das meninas entrou em contato com os policiais para informar que sua filha K.G.S.L havia retornado. Já sobrinha F.S.B, foi localizada após rondas no bairro, quando seguia para a casa de outro familiar.

 

A menor de 13 anos, segundo a mãe, faz uso de medicação controlada devido a um tumor na cabeça. A mulher informou ainda aos policiais que a sobrinha possui histórico de tentativas de fugas de casa, quando morava com sua mãe. (Com informações da PJC-MT)

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