Cuiabá, 20 de Julho de 2018

NA UFMT

Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2018, 16h:40 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Após chegada de pista importada, COT deve ficar pronto neste semestre

Da Redação

(Foto: Gcom)

COT1

 

Com capacidade para 1.500 pessoas, o Centro Oficial de Treinamento (COT) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) deve ser concluído no primeiro semestre de 2018. Nesta quarta-feira (10), a Secretaria de Estado de Cidades (Secid) informou que, no momento, sua prioridade na obra do COT é a concretagem da pista.

 

“A ideia é concluir a obra nesse primeiro semestre. Por isso, de agora até o fim de fevereiro vamos trabalhar com a concretagem e a finalizar o emborrachamento da pista de atletismo. Em seguida, vamos entrar na parte de edificação”, afirmou representante da Secid

 

Na última sexta-feira (05), a UFMT recebeu  o material sintético e os equipamentos fixos da pista de atletismo para serem instalados no COT. A pista de borracha, importada de Gênova, na Itália, é um dos itens mais caros da obra, no valor de R$ 6,4 milhões.

 

No ano passado a secretaria afirmou que o COT seria finalizado até dezembro. No entanto, o prazo foi prorrogado mais uma vez. Além da pista que chegou há poucos dias, ainda resta concretar algumas partes, instalar equipamentos e a própria pista.

 

“Na parte do prédio 85% já está concluído. Só falta o piso, a parte elétrica, as esquadrilhas metálicas, instalar o elevador e finalizar a drenagem do estacionamento”, declarou.

 

O COT da UFMT foi uma das obras exigidas pela Fifa para a Copa de 2014. Ao fim, o investimento custará mais de R$ 17 milhões aos cofres públicos.

 

 

COT do Pari

 

A Secid também afirmou que as obras para conclusão do COT do Parri, em Várzea Grande, devem retornar, em breve. E, ainda, declarou que o Centro de treinamento também deve ser concluído em 2018.

 

“Neste momento tem uma equipe multidisciplinar no local. Eles estão fazendo um inventário do COT. Com isso, podemos saber o que está depredado, o que tem e o que não tem e após isso realizar a rescisão contratual com a empresa responsável pela obra”.

 

 

Conforme a Secid, após esses procedimentos será possível retomar a obra. E também concluí-la em 2018. (Com informações do jornal do Meio Dia)

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