Cuiabá, 20 de Novembro de 2017

"CPI DA JBS"

Terça-feira, 12 de Setembro de 2017, 14h:28 - IMPRIMIR | comentar (01)
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Medeiros pede explicações a Janot, encontrado em mesa de bar com advogado de Joesley

Wellyngton Souza / Única News

(Foto: Reprodução)

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Após o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ter sido flagrado em uma mesa de bar com o advogado do empresário Joesley Batista, que firmou acordo de delação premiada da JBS, em maio deste ano, o senador por Mato Grosso, José Medeiros, abriu requerimento nesta segunda (11), exigindo a presença de Janot na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito.

 

Até porque Joesley Batista é proprietário de 25 frigoríficos JBS no Estado, 11 em pleno funcionamento, nestes últimos 17 anos. Assim, tudo que se tratar do delator, é preciso que as informações sejam compartilhadas com a população mato-grossense, principalmente com os milhares de empregados que sobrevivem das unidades da JBS em Mato Grosso.

 

"Precisamos deixar essa situação bem clara e saber o que realmente aconteceu. Os fatos se atropelam. Esses esclarecimentos no Senado serão ótimos para trazer todas as respostas que precisamos. Explodiu nesse momento uma granada de tinta dentro da PRG e torcemos para que as vestes do procurador não saíam manchadas de tinta", disse em entrevista a um programa no Senado.

 

Conforme o requerimento, Medeiros pediu ainda explicações do próprio Joesley, sua esposa, Ticiana Villas Boas, do empresário Ricardo Saud, o ex-procurador do Ministério Público Federal (MPF), Marcelo Miller e também do procurador República, Eduardo Pelella para prestarem esclarecimentos.

 

(Foto: Reprodução)

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"Depois de todos os episódios dantescos que essa turma protagonizou, recentemente, existem perguntas que precisam ser respondidas. Essa delação da JBS desde o início tem sido um ponto fora da curva. A CPI é o instrumento que temos para contribuir no legislativo em situações desse tipo e historicamente tem sua prestação de serviço registrada no país", explica.

 

O empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F, que incluiu a JBS e o executivo da empresa Ricardo Saud, foram presos no último domingo (10), em São Paulo e ficarão detidos em Brasília. A ordem de prisão foi decretada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fachin.

 

 

Eles devem permanecer detidos ao menos por cinco dias, mas a prisão temporária pode ser prorrogada ou até mesmo convertida em preventiva, que não tem prazo determinado para terminar.

 

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